Skip to Store Area:

Loja Virtual EngeWEB

Análise de viabilidade financeira em projetos de eficiência energética

Duplo clique na imagem acima para visualizá-la maior

Reduzir
Aumentar

Mais Visualizações

Análise de viabilidade financeira em projetos de eficiência energética

Enviar para um amigo

Seja o primeiro a comentar este produto

Disponibilidade: Em Estoque.

R$22,00

Descrição Rápida

Todo projeto de eficiência energética deve buscar a eficiência operacional. No entanto, essa eficiência deve ser medida de forma a se encontrar justificativas econômicas para a sua implementação. Não é razoável adotar procedimentos para eficientizar um projeto a qualquer custo. Sempre que for adotada uma ação de eficiência energética esta deve ser precedida de uma análise econômica. Para apresentar o retorno do investimento, é necessária a realização de uma análise financeira que possui o objetivo de calcular alguns indicadores que representam o desempenho financeiro do projeto proposto. Esta publicação tratará do tema “matemática financeira” e “viabilidade financeira” exemplificando-se, sempre que possível, com problemas relacionados à eficiência energética e uso racional da energia.

Versão 1.0.0 - 161 páginas.

Autor: Ricardo Prado Tamietti

ISBN N/A

Arquivo com 5,3 MB.

Nota: Livro Digital (e-book em PDF com habilitação para impressão). Produto virtual enviado por download.

Acesse através do link abaixo parte do conteúdo da publicação para conhecê-la melhor antes de efetuar sua compra. Boa leitura!



Todo projeto de eficiência energética deve buscar a eficiência operacional. No entanto, essa eficiência deve ser medida de forma a se encontrar justificativas econômicas para a sua implementação. Não é razoável adotar procedimentos para eficientizar um projeto a qualquer custo. Sempre que for adotada uma ação de eficiência energética esta deve ser precedida de uma análise econômica. Assim, as decisões de investimento em alternativas e projetos de economia e uso eficiente da energia passam, necessariamente, por uma análise de viabilidade econômica. Tais questões podem se apresentar de duas formas: ou deseja-se decidir sobre a escolha entre duas alternativas mutuamente excludentes, ou deseja-se conhecer a economicidade de uma dada alternativa. Estas análises, em geral, utilizam-se de índices econômicos que permitem traduzir a atratividade de um investimento. Dentre estes índices pode-se destacar o valor presente líquido, o valor anual uniforme, a taxa interna de retorno e o tempo de retorno de capital. Para a execução de tais análises procura-se moldar o problema real em uma forma padrão, um fluxo de caixa, o que permite utilizar-se de certas equações previamente concebidas e, assim, avaliar economicamente o projeto. Os objetivos desta publicação em formato de “Guia Técnico para Financiamento de Projetos de Eficiência Energética” são: • Oferecer aos engenheiros e gerentes de projeto uma ferramenta financeira prática e interativa. • Transmitir conhecimento de conceitos financeiros para determinação da viabilidade de projetos e para comunicação com investidores. • Demonstrar gestão energética como uma fonte de receita e quantificável, medida por ferramentas de análise financeira padronizadas, para comparação direta com outros projetos potenciais. • Apresentar o material em estágios de complexidade crescente, beneficiando usuários com formações distintas. • Mostrar aos usuários o momento de questionar um especialista em assuntos complexos. • Demonstrar à comunidade de investidores a abordagem que é apresentada a clientes. O Guia Técnico transmitirá um volume de informações em um documento simplificado, permitindo que usuários iniciantes atinjam um nível intermediário de compreensão. Os recursos diferenciais deste guia são: • Concisão; • Interatividade; • Explicações diretas; • Resultados úteis. O Guia contém somente material financeiro. O usuário traz informações técnicas para os modelos a partir de uma auditoria energética ou outras fontes. Isto mantém os modelos compactos e simples. O Guia contém: • Um modelo financeiro básico; • Um capítulo sobre contratos; • Um capítulo sobre fontes de financiamento; • Um modelo financeiro mais avançado; • Um guia para desenvolvimento de planos de negócio. Por conta das limitações, alguns tópicos serão mencionados para efeito de conhecimento, mas não explicados em profundidade. O guia alertará o usuário quando for necessário consultar outras fontes para explicações ou auxílios adicionais. As técnicas apresentadas neste livro, as quais proporcionam redução nos custos com energia elétrica, podem requerer ou não um investimento inicial. A mudança de um grupo tarifário azul para verde, por exemplo, não requer nenhum dispêndio inicial, porém a mudança do subgrupo tarifário A4 para A2, ou a implantação de um projeto de eficiência energética certamente requer um investimento inicial, mas que garantirá redução nas despesas futuras com a energia elétrica. A busca pelo recurso financeiro que vai pagar o investimento inicial geralmente requer a comprovação de que o dinheiro aplicado retornará em função dos benefícios advindos da medida adotada. Essa comprovação pode ser apresentada para a diretoria da empresa, no caso da utilização de recursos próprios, ou para o agente financiador. Para apresentar o retorno do investimento, é necessária a realização de uma análise financeira que possui o objetivo de calcular alguns indicadores que representam o desempenho financeiro do projeto proposto. A análise do desempenho financeiro de um projeto deve sempre ser acompanhada de uma análise de risco e também da ponderação dos benefícios indiretos proporcionados pelo projeto. Eventualmente, um projeto que apresenta retorno financeiro razoável, porém com risco elevado, pode não ser interessante de realizar. Durante a análise de viabilidade devem ser levantados todos os riscos aos quais o projeto está exposto, avaliando riscos internos, externos, de âmbito financeiro, trabalhista, de projeto, tecnológico, entre outros. Os fatores associados ao emprego de novas tecnologias também podem ser considerados por eventualmente representarem uma dificuldade na hora de realizar a manutenção. Fatores associados aos benefícios indiretos também devem ser observados, como, por exemplo, ganho com a imagem. Aplica-se a esse caso tipicamente a realização de um projeto de eficiência energética, em que somente a realização do projeto pode não representar um ganho financeiro significativo, porém a empresa pode utilizar esse aspecto como um argumento de marketing de que possui grande preocupação com o meio ambiente e a sustentabilidade. A análise de viabilidade estará completa ao unir o desempenho financeiro do projeto com os riscos envolvidos na execução e os benefícios indiretos trazidos. Esta publicação tratará do tema “matemática financeira” e “viabilidade financeira” exemplificando-se, sempre que possível, com problemas relacionados à eficiência energética e uso racional da energia. SUMÁRIO 1 MATEMÁTICA FINANCEIRA APLICADA A PROJETOS DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA 1.1 DEFINIÇÕES PARA MATEMÁTICA FINANCEIRA 1.2 OUTRAS DEFINIÇÕES 1.2.1 Fluxo de caixa 1.2.2 Capital 1.2.3 Capitalização 1.2.4 Juro 1.2.5 Juros Simples 1.2.6 Juros Compostos 1.2.7 Taxa de juros 1.2.8 Montante 1.2.9 Juro exato e juro comercial 1.3 CAPITALIZAÇÃO SIMPLES 1.3.1 Taxas equivalentes 1.3.2 Valor nominal (N) 1.3.3 Valor atual (V) 1.3.4 Desconto (D) 1.3.4.1 Desconto Racional “por dentro” 1.3.4.2 Desconto Comercial “por fora” 1.4 CAPITALIZAÇÃO COMPOSTA 1.4.1 Taxas equivalentes 1.4.2 Desconto Racional “por dentro” 1.5 SÉRIES DE PAGAMENTOS, RENDAS OU ANUIDADES 1.5.1 Valor Atual (Presente) e Valor Futuro (Montante) de Séries Periódicas 1.5.2 Modelos Genéricos de Séries de Pagamentos 1.6 VIABILIDADE ECONÔMICA DE UM EMPREENDIMENTO 1.6.1 Seleção das Despesas e das Receitas 1.6.2 Método do Valor Presente Líquido (VPL) 1.6.3 Método da Taxa Interna de Retorno (TIR) 1.6.4 Método do Tempo de Retorno de capital (Payback) 1.6.4.1 Payback Simples (não descontado) 1.6.4.2 Payback Descontado 1.6.5 Método do Índice de Lucratividade (IL) 1.6.6 Taxa de Rentabilidade (TR) 1.6.7 Valor anual líquido 1.7 VIABILIDADE ECONÔMICA COM FINANCIAMENTO 1.7.1 Conceitos Básicos: 1.8 ANÁLISE DE EQUILÍBRIO DE UM EMPREENDIMENTO 1.8.1 Análise de Equilíbrio 1.8.2 Análise Linear de Equilíbrio 1.9 ANÁLISE DE SENSIBILIDADE DE UM EMPREENDIMENTO 2 ANÁLISE FINANCEIRA BÁSICA 2.1 OS 10 PASSOS 2.1.1 Lição online 2.1.2 Ferramenta interativa 2.1.3 Ferramenta offline 2.1.4 Visão rápida 2.1.5 Cálculos 2.1.6 Resultados 2.2 PASSO 1: DETERMINAÇÃO DOS CUSTOS ATUAIS (CONDIÇÕES DE REFERÊNCIA) 2.2.1 Reinvestimentos 2.2.1.1 Exemplo 2.2.2 Custos anuais com energia 2.2.2.1 Exemplo 2.2.3 Custos anuais de operação e manutenção (O&M) 2.2.4 Outros custos anuais 2.3 PASSO 2: DETERMINE CUSTOS PROPOSTOS (IMPLEMENTAÇÃO E POSTERIORES) 2.3.1 Investimento inicial 2.3.1.1 Exemplo 2.3.2 Reinvestimentos 2.3.2.1 Exemplo 2.3.3 Custos anuais com energia 2.3.3.1 Exemplo 2.3.4 Custos anuais com operação e manutenção (O&M) 2.3.4.1 Exemplo 2.3.5 Outros custos anuais 2.4 PASSO 3: CALCULAR AS DIFERENÇAS 2.4.1 Investimentos durante o Ciclo de Vida 2.4.1.1 Exemplo 2.4.2 Economias anuais 2.4.2.1 Exemplo 2.5 PASSO 4: ESCOLHA A TAXA DE DESCONTO 2.5.1.1 Exemplo 2.6 PASSO 5: ESCOLHA O PERÍODO DE ANÁLISE 2.6.1.1 Exemplo 2.7 PASSO 6: ESTIMAR O VALOR RESIDUAL DO EQUIPAMENTO AO FINAL DO PERÍODO DE ANÁLISE 2.7.1.1 Exemplo 2.8 PASSO 7: CALCULAR O VALOR PRESENTE DAS ECONOMIAS ANUAIS 2.8.1.1 Exemplo 2.9 PASSO 8: CALCULAR O VALOR PRESENTE DOS INVESTIMENTOS 2.9.1.1 Exemplo 2.10 PASSO 9: CALCULAR O VALOR PRESENTE LÍQUIDO 2.10.1.1 Exemplo 2.11 PASSO 10: CALCULAR A RELAÇÃO BENEFÍCIO-CUSTO E A TAXA INTERNA DE RETORNO 2.11.1 Relação Benefício-Custo (RBC) 2.11.1.1 Exemplo 2.11.2 Taxa interna de Retorno (TIR) 2.12 RESULTADOS 3 TIPOS DE CONTRATO 3.1 CONTRATOS PARA CONSTRUÇÃO 3.1.1 Consultoria + Implementação 3.1.2 Projeto e Construção 3.1.3 Financiamento direto de equipamentos 3.1.4 Arrendamentos (leasing) 3.2 CONTRATOS DE PERFORMANCE 3.2.1 Economias garantidas 3.2.1.1 Vantagens e Desvantagens 3.2.1.2 Exemplo 3.2.2 Economias compartilhadas 3.2.2.1 Vantagens e Desvantagens 3.2.2.2 Exemplo 3.3 CONTRATOS DE MEDIÇÃO E VERIFICAÇÃO (M&V) 3.4 CONTRATOS PARA FINANCIAMENTO 4 FONTES DE FINANCIAMENTO 4.1 FUNDAMENTOS 4.1.1 Informações Gerais 4.1.1.1 Financiamento com capital próprio 4.1.1.2 Financiamento com recursos externos 4.1.1.3 Alternativas 4.1.2 Segurança 4.1.2.1 Empréstimo com segurança 4.1.2.2 Empréstimo sem segurança 4.2 CAPITAL PRÓPRIO (INTERNAL EQUITY) 4.2.1 Alocação direta no orçamento 4.2.1.1 Vantagens 4.2.1.2 Desvantagens 4.2.2 Fundos rotativos 4.2.2.1 Funcionamento 4.2.2.2 Vantagens 4.2.2.3 Desvantagens 4.3 CAPITAL DE TERCEIROS 4.3.1 Empréstimos diretos 4.3.1.1 Funcionamento 4.3.1.2 Vantagens 4.3.1.3 Desvantagens 4.3.2 Tipos de empréstimos 4.3.2.1 Linha de crédito 4.3.2.2 Empréstimo corporativo 4.3.2.3 Financiamentos especiais 4.4 ALTERNATIVAS 4.4.1 Arrendamento (Leasing) 4.4.1.1 Funcionamento 4.4.1.2 Vantagens 4.4.1.3 Desvantagens 4.4.2 Financiamento direto 4.4.3 Investimento em participações (Private equity) 4.4.4 Operações "Project Finance" 5 MODELO DE APOIO A DECISÕES 5.1 INTRODUÇÃO 5.1.1.1 Entradas 5.1.1.2 Resultados 5.1.2 Opção um: Capital próprio 5.1.3 Opção dois: Capital próprio e Empréstimo 5.1.4 Opção três: Financiamento tipo "Project finance" 5.1.5 Sessão online 5.1.6 Ferramenta interativa 5.1.7 Ferramenta offline 5.2 ARRANJOS FINANCEIROS 5.2.1 Fontes de recursos 5.2.1.1 Exemplo 5.3 CUSTO DO FINANCIAMENTO 5.3.1 Custo do Capital 5.3.2 Impostos 5.3.3 Inflação 5.3.3.1 Exemplo 5.3.4 Efeito da taxa de impostos 5.4 PERÍODOS DE ANÁLISE 5.4.1 Período de Avaliação do Projeto 5.4.2 Período de Depreciação 5.4.3 Período de Empréstimo 5.4.3.1 Exemplo 5.5 CUSTOS DEPRECIÁVEIS 5.5.1 Ponto de partida 5.5.2 Investimento inicial (4.a) 5.5.2.1 Exemplo 5.5.3 Custos de desenvolvimento (4.b) 5.5.3.1 Exemplo 5.5.4 Outros custos para financiamento (4.c) 5.5.4.1 Exemplo 5.5.5 Valor Futuro 5.6 CUSTOS NÃO DEPRECIÁVEIS 5.6.1 Cronograma de investimento 5.6.1.1 Exemplo 5.6.2 Período de desenvolvimento 5.6.2.1 Exemplo 5.7 ECONOMIAS ANUAIS 5.7.1 Economias anuais líquidas 5.7.1.1 Exemplo 5.7.2 Custos evitados 5.8 OUTROS CÁLCULOS 5.8.1 Pagamento da dívida 5.8.2 Fluxo de Desembolsos 5.8.3 Lucro antes de juros e impostos (LAJI) 5.8.4 Fluxo de caixa 5.8.5 Fluxo de caixa após pagamento 5.8.6 Fluxo de caixa livre 5.9 RESULTADOS 5.9.1 Resumo para cada opção 5.9.2 Resumo comparativo entre opções 6 PLANO DE NEGÓCIOS 6.1 INTRODUÇÃO 6.1.1 Como fazer? 6.2 SUMÁRIO EXECUTIVO 6.2.1 Cliente final 6.2.2 Breve descrição do projeto 6.3 FINANCIAMENTO REQUERIDO 6.3.1 Cronograma de implantação 6.4 APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 6.4.1 Experiência da empresa 6.4.2 Caracterização da empresa 6.4.3 Objetivos 6.4.4 Riscos 6.4.5 Situação atual 6.4.6 Planos futuros 6.5 NATUREZA DO PROJETO 6.5.1 Ativos instalados 6.5.2 Descrição dos fornecedores de energia 6.6 BENEFÍCIOS 6.7 PATROCINADORES 6.7.1 Equipe de gerenciamento 6.7.2 Profissionais e serviços de apoio 6.7.3 Informações financeiras 6.8 INVESTIMENTOS PREVISTOS E CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO 6.8.1 Referências para estimativa de investimentos 6.8.2 Cronograma de desembolso 6.8.2.1 Exemplo 6.8.3 Contratadas 6.8.4 Aquisição de Bens e Serviços 6.9 PRODUTOS, SERVIÇOS E MERCADOS 6.9.1 Descrição de produtos e serviços 6.9.2 Preços e custos 6.9.3 Descrição do mercado 6.9.4 Clientes 6.9.5 Análise dos competidores 6.9.6 Demanda 6.10 REGULAÇÃO E MEIO AMBIENTE 6.10.1 Regulação 6.10.2 Licenças 6.10.3 Requisitos ambientais 6.10.4 Impacto ambiental 6.11 PLANO DE FINANCIAMENTO 6.11.1 Papel do Banco 6.12 BALANÇO PATRIMONIAL PESSOAL 6.13 PROJEÇÕES DO FLUXO DE CAIXA 6.14 RECURSOS 6.14.1 Ferramenta para Análise Financeira Básica 6.14.2 Modelo para Tomada de Decisões 6.14.3 Esboço para um Plano de Negócios 7 ANÁLISE DO VALOR AGREGADO 7.1 ANÁLISE DE VALOR AGREGADO (EVM) 7.2 OBJETIVOS AO SE UTILIZAR EVM 7.3 ESTABELECENDO UMA BASELINE (BAC OU BCWS) 7.4 EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO EVMS 7.5 MONITORAMENTO E CONTROLE DE PROJETOS UTILIZANDO O EVM 7.5.1 Parâmetros de Análise de Valor Agregado 7.5.1.1 Valor Planejado (PV) ou Planned Value. 7.5.1.2 Custo Real Atual (AC) ou Actual Cost 7.5.1.3 Valor Agregado (EV) ou Earned Value 7.6 PLANEJAMENTO COM O USO DO EVM 7.6.1 Indicadores de Desempenho 7.6.1.1 Variação do Prazo (SV) ou Schedule Variance 7.6.1.2 Variação de Custo (CV) ou Cost Variance 7.6.1.3 Índice de Desempenho de Prazos (SPI) ou Schedule Performance Index 7.6.1.4 Índice de Desempenho de Custo (CPI) ou Cost Performance Index 7.6.1.5 Razão Critica (CR) ou Critical Ratio 7.6.1.6 Outras definições: 7.7 ESTIMATIVAS PARA O FIM DO PROJETO UTILIZANDO EVM 7.7.1 Estimativa de Custo para o término do projeto (ETC) 7.7.2 Estimativa de Custo no término do projeto (EAC) 7.7.3 Variação no término do projeto (VAC) 7.7.4 Estimativa de Prazo no término do projeto (TEAC) 7.8 EXEMPLO DE APLICAÇÃO 7.9 IMPLEMENTAÇÃO DO EVM 7.9.1 Criando um EVM System 7.9.2 Vantagens de se utilizar o EVM 7.9.3 Resistências ao uso do EVM 8 APÊNDICE A - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Você pode também estar interessado nos seguintes produtos

Avaliação da Conformidade das Instalações Elétricas: Verificação, Inspeção e Ensaios

Avaliação da Conformidade das Instalações Elétricas: Verificação, Inspeção e Ensaios
R$29,00

Empreendimentos Industriais - Fundamentos

Empreendimentos Industriais - Fundamentos
R$31,00
     
ISBN N/D
AUTOR Ricardo Prado Tamietti
Versão 1.0.1
Acrescentar suas Tags:
Acrescentar Tags
Utilize espaços para separar tags. Utilize aspas simples (') para frases.